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ENTREVISTA
O Odontólogo rondoniense de Porto Velho, Lester Pontes de Menezes,
assumiu como
Sandro
e Gioconda hoje
Cobras do Forró hoje no Ypiranga Italianíssimo
é o recital
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ENTREVISTA
Lester Pontes de Menezes do
CFO
O Odontólogo rondoniense de Porto Velho, Lester Pontes de Menezes,
assumiu como tesoureiro do Conselho Federal de Odontologia no último
dia 1º de setembro. "É um posto muito importante para Rondônia
como um todo e em especial para a odontologia de Rondônia". Filho
de um dos maiores historiadores de Rondônia o conhecidissimo Capitão
Esron Menezes e da saudosa dona Vitória, Lester se formou em
Belém do Para em julho de1975. "Completamos bodas de prata como
profissional odontólogo". A favor da implantação do
curso de medicina na UNIR. "Mais cedo ou mais tarde o curso tinha que ser
implantado, melhor que seja pela UNIR do que pelos mercantilistas
das universidades
particulares".
Respeitado pelos colegas, Lester gosta mesmo é de
frequentar o clube Grilão. "No Grilão ainda encontramos rondonienses".
Na entrevista que segue o dentista lembra dos tempos áureos
da escola de samba Pobres do Caiari, dos blocos da Chuva, do Sol e do Bloco
Oxerevause. O Oxerevause foi o precursor do estilo carnaval com carro de
som em Porto Velho". Defensor de uma política de saúde odontológica
nas escolas públicas o hoje Tesoureiro do Conselho Federal de Odontologia
se diz orgulhoso do cargo. "Por mim, por Rondônia e pela odontologia
de Rondônia". Vamos a conversa com o Dr. Lester Pontes de Menezes
tesoureiro do Conselho Federal de Odontologia:
Lestes Pontes de Menezes - Entrevista
Zk - Você foi eleito para qual cargo no Conselho Federal
de Odontologia?
Lester - Fui eleito Tesoureiro do Conselho Federal de Odontologia
Zk - Fale sobre o processo eleitoral do Conselho?
Lester - Ha muito tempo venho lutando com isso, fui fazendo um
trabalho dentro do Conselho. Primeiro eu fui presidente do Conselho Regional
por três mandatos, depois fui convidado a participar do Conselho
Federal numa chapa em que era suplente no pleito seguinte me tornei
Conselheiro Efetivo e agora fui eleito Tesoureiro do Conselho Federal.
Zk - E a posse já aconteceu?
Lester - Tomamos posse no dia 1º de setembro.
Zk - Vamos falar um pouco da sua carreira como odontólogo. Você
programou ser dentista?
Lester - Não! não foi nada programado apesar de
ter uma tendência, uma vontade. Fiz vestibular para a área
e naquele tempo só depois de um ano de faculdade é
que poderíamos optar. Primeiramente eu fiz opção pela
medicina só depois fui fazer odontologia.
Zk - E dentro da odontologia?
Lester - Dentro da odontologia me dei muito bem graças a Deus,
gostei da profissão e acho até que realmente já tinha
tendência para isso aí.
Zk - Onde foi feito o curso de odontologia, em qual faculdade?
Lester - Na Universidade Federal do Pará.
Zk - Quanto anos você tem de profissão?
Lester - Eu terminei o curso em julho de 1975, portanto tenho
25 anos de profissão. Bodas de Prata.
Zk - Sobre a infância, onde você estudou em Porto Velho?
Lester - Comecei a estudar no Grupo Escolar Duque de Caxias onde
fiz o primário, na quarta série eu fui estudar no colégio
Dom Bosco onde fiz o exame de admissão e passei para o ginásio.
Como aqui não tinha segundo Grau fui estudar em Manaus no colégio
Dom Bosco, fiz o primeiro e o segundo ano do científico, posteriormente
quis ir mais distante e
fui para Belém onde me preparei e fiz vestibular para
a Universidade Federal do Pará. Isso foi em 1971.
Zk - Férias era em Porto Velho?
Lester - É claro! Sempre a gente vinha para cá, para
essa terra que amamos.
Zk - A gente quem?
Lester - Tínhamos um grupo de amigos de infância,
graças a Deus preservamos estas amizades até hoje. Tanto
que eu freqüento o Grilão. O Grilão que é
um clube onde ainda você encontra gente de Porto Velho. Eu preservo
muito minhas raízes. Meu pai é daqui, minha mãe é
do Acre.
Zk - E você é de onde?
Lester - eu nasci e me criei em Porto Velho capital do hoje estado
de Rondônia. Eu vou mais volto. Sempre estou aqui. Porto Velho é
meu mundo.
Zk - Quais eram os portoveelhenses que estudavam em Belém na
sua época?
Lester - Tinha o Viriato Moura, Zé Iran Galo, Floriano
Riva que hoje é o presidente do Conselho de Medicina de Rondônia,
Aníbal Cavalcante, o Airton Leal que é engenheiro, o Pedro
Struthos que é colega dentista, Silvio Gualberto o nosso vereador
também dentista, Gilberto Cavalcante, o Nelson Casara que era de
Guajará Mirim. Lá em Belém tinha uma
casa de estudantes.
Zk - Essa casa era mantida por quem?
Lester - O governo do território Federal de Rondônia subsidiava
a casa. A casa foi comprada pelo governo e ele dava uma ajuda pro pessoal,
pagava algumas coisas e as outras era gente mesmo.
Zk - E quem administrava a casa?
Lester - Inicialmente eram os próprios estudantes, enquanto
foi administrada pelos estudantes a casa funcionou. Quando passou
para administração do governo do território
não funcionou mais.
Zk - Como era escolhido o administrador estudante?
Lester - A gente fazia uma eleição e escolhia o administrador
era um processo democrático muito bom.
Zk - Fala mais um pouco da tensão da volta, da chegada das férias?
Lester - Quando a gente começava a fazer as provas já
estava doido para vir para Porto Velho, você não queria ir
para lugar nenhum, queria vir para Porto Velho. Todos ficavam doidos. As
vezes a gente fazia a prova de manhã e de tarde pegava o avião
para Porto Velho. Aqui era o nosso mundo. a gente fazia esporte, tinha
a vida social, reunia-se em grupo, sempre tava junto com os amigos que
deixávamos aqui. Tinha o Bar do Canto, o Porto Velho Hotel
depois a boate Joá, boate do Santos, Bancrévea Clube, Ypiranga.
Essa era a nossa vida. Jogar vôlei na quadra do Cfar 3ª Cia
de Frointeira hoje Brigada e basquete na quadra do Barão do Solimões.
Zk - Naquele tempo a moçada que morava em Porto Velho tinha ciúme
de vocês com as
namorados?
Lester - (sorrindo) Não! as meninas não eram assim
não, algumas até que eram, mais a maioria não. Nós
tivemos um grupo universitário aqui o GUR (Grupo Universitário
Rondoniense), esse grupo ainda funcionou uns dois a três anos, a
gente vinha pra cá e continuava reunido. O GUR não congregava
apenas a turma de Belém, tinha a de Manaus e do Rio de Janeiro (a
maioria era desses três locais). a gente chegava por dentro da moda,
falando uma outra linguagem, então era mais fácil com
as meninas.
Zk - A que se atribui a turma de Porto Velho optar pela odontologia?
Lester - Não é bem assim não. é proporcional,
nós temos muitos médicos. Só da casa do estudante
meus contemporâneos saiu médico o Viriato, Vitor Sadeck,
Floriano Riva, Aníbal Cavalcante, Zé Iran e outros.
dentista mesmo só Eu, O Silvio Gualberto e o Pedro Struthos. Naquela
época quando passamos no vestibular foi a maior turma de Rondônia
aprovada guardada as devidas proporções é claro.
Tinha os que estudavam em outros estados que não o Pará.
Zk - Como era a vida de vocês em Belém?
Lester - A gente tinha bom entrosamento em Belém até
porque o povo paraense é muito hospitaleiro. Agora tínhamos
a nossa vida na casa do estudante, A casa tinha sua vida social, durante
o período de provas não podia fazer nada a não ser
estudar, no dia que encerrava as provas aí tinha uma brincadeira,
uma cervejinha.
Zk - É claro que numa república de estudante alguém
toca um violãozinho. quem era o violonista da turma, o Pedro Struthos?
Lester - O Pedro como violonista era um bom poeta. Como cirurgião
dentista ele é muito bom, como poeta também, agora como violonista
ou tocador de violão só enganava. O Pedro foi meu parceiro
no Conselho Regional de Odontologia. O Pedro é um cara legal.
Zk - E o Lester folião o carnavalesco?
Lester - Tem esse lance também, fizemos aqui vários
blocos, tivemos no inicio da formação da escola de samba
Pobres do Caiari a nossa "escolinha", depois criamos o bloco da Chuva,
antes disso foi o bloco Oxerevause. Foi uma época muito boa. Foram
criados dois blocos: primeiro foi o nosso bloco da Chuva e
em virtude de uma dissidência criaram
o Bloco do Sol. foram três anos de muita rivalidade. O Oxerevause
foi criado na casa da mamãe e Vla tava junto.
Zk - O que quer dizer Oxerevause?
Lester - Quer dizer: É Só O Que Falta.
Zk - É só o que falta?
Lester - É a história de um cidadão que foi fazer
uma relação de tintas. ele trabalhava na loja do Emidinho
Feitosa (Tintas Ypiranga) e no final da relação ele foi escrever
È SÒ O QUE FALTA e só saiu OXEREVAUSE. Daí
ficou, primeiro como nome do nosso time de vôlei depois no
bloco. O bloco ,Oxerevause foi o precursor do estilo Bloco puxado por
carro de som.
Zk - Vamos lembrar sua mãe nossa querida dona Vitória?
Lester - Minha mãe foi tudo, ela me deu muita força,
foi sempre uma pessoa muito bacana. Hoje eu me sinto feliz porque
sempre que as pessoas falam comigo a respeito dela, lembram daquela
pessoa pra cima que minha mãe foi, uma pessoa muito boa que fazia
muita caridade, então ela é lembrada desse jeito. Isso só
nos orgulha. A gente não tem nem porque ficar triste, temos que
ficar orgulhosos e alegre por ter tido como mãe uma pessoa dessa.
Zk - Como é ser filho de um grande historiador como é
Esron Menezes?
Lester - É uma grande responsabilidade porque o papai é
um homem que estuda muito e gosta muito de escrever e a gente sente a necessidade
de apoio que não existe. Ele gosta muita, gostaria de ter feito
mais. Ele fica muito alegre e a gente também fica quando ele recebe
grupos de pessoas, estudantes ou estudiosos que o procuram para saber
da história
de Rondônia. Isso ele faz com o máximo de prazer e nós
ficamos satisfeitos de ter como pai uma pessoa dessa que é
a história viva de Rondônia, principalmente Porto Velho. Meu
pai tem um acervo de fotografias e documentos que eu não sei se
o melhor do Estado mas um dos melhores não tenho dúvida.
Zk - E com você. Por ser filho do Capitão Esron as pessoas
não lhe procuram para saber sobre a nossa história?
Lester - Realmente tem isso, mas, eu não tenho a cabeça
dele a minha é mais fraca , mesmo hoje com 85 anos faz 86
em dezembro, ele tem aquilo tudo na cabeça. As vezes tenta
pegar numa discussão ele discute, quando o negócio
fica muito acirrado ele vai, traz o livro e mostra: "Tá aqui, tá
escrito, não adianta vocês quererem mudar". Mas a gente sabe
também, estou fazendo 49 anos vividos aqui em Rondônia
só fiquei fora daqui na época de estudante, a gente viveu
muito essa história.
Zk - Na área de odontologia qual a sua especialidade?
Lester - Minha especialidade é cirurgia, hoje eu faço
a clinica no meu cnsultório. Eu trabalhei muito tempo como cirurgião
do Hospital de Base, por muito tempo só quem fazia cirurgia aqui
era eu, hoje tem outros colegas
Zk - A gente sempre lê e ouve reclamações da falta
de atendimento odontológico nos
colégios, vamos falar sobre isso?
Lester - Eu não diria só nos colégios, eu sou
muito crítico a esse respeito. Vamos falar daqui, apesar do problema
ser de todo o Brasil. A nossa assistência odontológica é
de ruim pra péssima. O Estado não tem nada de assistência
odontológica, a responsabilidade maior, hoje é dos municípios
eu acho que tem muita coisa que poderia ser feita, principalmente na
parte de assistência ao estudante que tem que ser uma coisa contínua,
se você orientar o estudante e der assistência pra ele na fase
do pré-escolar de 7 a 14 anos você vai ter um cidadão
que vai saber cuidar da sua higiene. Isso seria um investimento do governo
que iria diminuir depois, a quantidade de doença que tem. Seria
um serviço preventivo onde o estado teria menas despesas do que
tem hoje no processo curativo. Todo mundo fala: odontologia é muito
caro essas coisas; se você fizer uma odontologia consciente, preventiva
ela sai baratinha e o estado nem sente que está fazendo odontologia.
é preciso pessoas
capazes para dirigir um programa nesse sentido.
Zk - Para encerrar, fale da importância do cargo para o qual você
foi eleito no Conselho
Federal de Odontologia. quem importância tem para Rondônia?
Lester - Isso é muito importante para Rondônia porque
é a primeira vez que alguém da região norte ocupa
um cargo desse no Conselho Federal, nunca tinha tido oportunidade para
alguém da nossa região. Então, eu sou a primeira
pessoa e por ser de Rondônia é uma coisa muito boa pra gente,
isso demonstra que a nossa odontologia, os profissionais de odontologia
de Rondônia já estão atingindo um grau elevado e o
reconhecimento dentro do Brasil. Nós saímos daqui, fomos
competir com o Brasil todo e chegamos nesse posto, isso é muito
interessante pra gente. Pra Rondônia num todo e principalmente pra
classe
odontológica de Rondônia
O Projeto Nível Cultural Taba do Cacique apresenta a partir
das 21 horas de hoje o show de Sandro Bacellar & Gioconda.
A parceria Sandro & Gioconda completou um ano no mês de outubro
passado. Os dois são marido e mulher e resolveram cantar juntos
ha um ano. Sandro Bacellar cantor conhecido pelos noctívagos
de Porto Velho, desde criança optou pela carreira de cantor quando
com menos de dez anos gravou seu primeiro disco um compacto simples com
canções de sua autoria. Por alguns anos morou no sul
e ao regressar para Porto Velho sua terra natal, montou uma empresa especializada
em jingles onde juntamente com a sua mulher Gioconda produziu e gravou
vários comerciais para lojas da cidade."Foi praticamente
numa brincadeira que descobrimos que a Gioconda tinha afinação
e voz para cantar MPB, daí então ensaiamos um repertório
e passamos a nos apresentar juntos. quer dizer, juntamos o útil
ao agradável, com a formação da dupla eliminamos um
problema que era ela reclamar a minha ausência quando eu ia me apresentar
em algum
show e voltava na madrugada. Agora estamos sempre juntos e nossa vida
conjugal melhorou cem por cento", declara Sandro Bacellar. A dupla já
se apresentou em vários palcos de nosso Estado e também
do estado do Acre participou da "turnê" norte do grupo 14 BIS fazendo
as aberturas de seus shows, participaram também do Projeto
Porto do Som do Sesc/RO e a abertura na Nautilus do show de
Renato Vargas "O Som do Barzinho".
Atualmente, Sandro Bacellar & Gioconda estão em estúdio
onde gravam seu primeiro CD que contará com a participação
de vários artistas locais (Binho, Marcelo Pereira, Bado, Lito Casara,
Júlio Yriarte, Banda Ossos do Ofício) e também a participação
em arranjos de algumas músicas do Grupo Mineiro 14 BIS. Sandro
& Gioconda hoje no Nível Cultural Taba do cacique às
21 horas, na Taba do cacique em Porto Velho.
A Banda Os Cobras do Forró, retorna ao clube Ypiranga a partir
de hoje com o "Forró dos Cobras". A volta da nossa melhor banda
de forró ao Clube Ypiranga já se tornou tradição
durante o período de chuva ou inverno em nossa cidade. Zezinho,
Sabá, Pezão e todos os músicos da banda sob
o comando do empresário Manoel dos Cobras por alguns meses realizaram
shows pelos bairros de Porto Velho e municípios do interior do Estado
sempre reunindo multidões onde quer
que se apresentem
Com dois CDs gravados e fazendo sucesso em toda a região Norte
e Nordeste Os Cobras do Forró, fazem do Ypiranga durante o inverno
amazônico a casa de forró mais freqüentada da capital
de Rondônia. "Procuramos agradar os freqüentadores dos nossos
shows com músicas que o povo gosta. Outra característica
nossa é que gravamos compositores locais como Silvio
Santos, Babá, Pererinha, Bainha e tantos outros, essa valorização
dos nosso compositores nos rendem o carinho da população
de Porto Velho o que faz com que sempre tenhamos o Ypiranga lotado
durante os forrós que fazemos aos sábados". Várias
atrações estarão no palco do Ypiranga na noite de
hoje, festejando a volto dos Cobras do Forró á casa. Os forrozeiros
de Porto Velho podem participar adquirindo ingresso na bilheteria
do clube durante todo o dia de hoje. Forró dos Cobras hoje no Clube
Ypiranga que fica na Pinheiro Machado com a Gonçalves Dias
às 22 horas.
A dupla Paulo Rios & Malu encontra-se em Porto Velho divulgando
o CD "Pra Sempre em Mim". Malu e Paulo Rios apesar de cariocas
(de Jacarepagua) onde se conheceram "Ele fazia teatro e eu já cantava",
conta Malu. "Acontece que nesse interim eu vim pra Rondônia e depois
de seis meses resolvi ir busca-la, casamos e estamos na estrada até
hoje. O primeiro nome da dupla foi Paulo Di Padua & Malu, por questão
de Marketing a gravadora resolveu mudar o nome para Paulo Rios & Malu".
O certo é que o terceiro CD que está sendo lançado
e por sinal bastante tocado nas rádios de Rondônia e até
em estados do Sul e Sudeste, é mais voltado para o ritmo do forró.
Paulo Rios & Malu já no primeiro CD lançado em 98/99
alcançou grande sucesso de vendas e execução nas rádios
com a música "Minha Amazônia". No CD "pra Sempre em
Mim", encontramos 14 músicas sendo que 10 são de autoria
de Paulo Rios. A música de trabalho e que está sendo executada
nas rádios é a que dá nome ao disco "Pra Sempre Em
Mim".Os artistas estão com uma estrutura das melhores e prontos
a atender qualquer contrato
para shows já que estão com a Banda Skala Rio além
de dançarinos e dançarinas que se apresentam com coreografias
específicas para cada música. Para quem conhece a dupla,
sabe que Paulo Rios é um grande ator e que durante os shows encarna
vários personagens como Falcão, Reginaldo Rossi, Raul Seixas
etc...Enquanto Malu se destaca pela maravilhosa voz e pelas interpretações
das músicas, sejam românticas, brega ou MPB. Paulo Rios &
Malu juntamente com a Banda Skala Rio estão aptos a realizarem
grandes bailes para tanto os interessados devem entrar em contato pelos
telefones: (069)9961-2179.
O disco pode ser encontrado nas casas especializadas em todo o Estado
Acontece hoje às 19hs30min na Sala do Coral da Unir Centro em
Porto Velho o Recital Italianíssimo, com o grupo vocal "Vozes
do Porto" acompanhado pela pianista Carolina W.V. Yukare.
"O grupo é formado por pessoas que gostam e aprimoram a arte
do canto e que estarão apresentando um repertório de músicas
italianas populares e clássicas. com o objetivo de divulgar
a boa música em nossa comunidade", declara a maestrina Silvia. O
trabalho desenvolvido pelo grupo Vozes do Porto é digno de registro
uma vez que vem desenvolvendo ha algum tempo a prática
das pessoas com o canto. Vários são os, profissionais
cantores ou que dependem da voz para atuarem em suas áreas profissionais
que procuram o grupo na Unir centro para participarem de aulas de
canto. Vale salientar que o grupo não trabalha apenas com
o canto coral, seus instrutores ensinam técnicas
de empostação e como usar melhor a voz em apresentações
diversas sejam cantando em bandas ou individualmente.O espetáculo
de hoje a noite na Sala do Coral da Unir Centro é aberto a todas
as pessoas. "Não será cobrado ingresso". O show conta com
o apoio da Universidade Federal de
Rondônia (Unir) e está marcado para iniciar às
19 horas e 30 minutos. Com a proximidade das festas Natalinas, com certeza
o grupo "Vozes do Porto" será requisitado para apresentações
com peças Natalinas nos eventos que estarão acontecendo
em Porto Velho
Antes de começar qualquer assunto, vamos parabenizar nosso amigo Antonio Ocampo Secretário da Semce que aniversária na próxima segunda feira (6). Como amanhã nossa página é especial e segunda feira não temos edição, estamos antecipando nossos parabéns ao Ocampo
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Agora vamos falar da escola de samba "Os Diplomatas", a escola que
por muito tempo foi considerada a mais querida do povo de Porto Velho e
hoje não se sabe nem quem é seu presidente.
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Pois bem! Os Diplomatas está completando no dia de hoje (4) 42 anos de fundação. Foi justamente no dia 4 de novembro de 1958 que alguns sambistas se reuniram e criaram a escola de samba "Prova de Fogo".
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É isso mesmo, Prova de Fogo foi o primeiro nome da escola Os Diplomatas. O Nome foi dado pelo Tário de Almeida Café seu primeiro presidente.
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Os reais fundadores da Diplomatas são: Valério Souza e seu filho Ricardo; Waldemir Pinheiro da Silva o Bainha, Antonio Chagas Campo o Cabeleira, Leonidas O'Carol Chester e Tário de Almeida Café o primeiro presidente.
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O Bainha espernea quando colocamos o Leônidas como um dos fundadores da escola. Isto porque na hora que foi tomada a decisão de fundarem um escola de samba o Leonidas havia saído para fazer uma mandado para a dona Jóia mulher do Valério, por isso não estava no momento em que os demais concordaram em criar a escola de samba.
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Acontece que se formos levar por esse lado, o Tário de Almeida Café também não pode ser considerado fundador dos Diplomatas.
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Tário de Almeida Café, só foi procurado após Valério, Ricardo, Bainha e Cabeleira, terem decidido que no carnaval de 59 colocariam uma escola de samba na avenida.
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Só para lembrar a escola até então não tinha um nome escolhido. Então saíram da casa do Valério que ficava na Joaquim Nabuco pertinho da Almirante Barroso e foram procurar o Tário Café na prefeitura para pedir-lhe apoio já que ele era uma espécie de secretário de obra o manda chuva de então.
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Tário Café ouviu aqueles sambistas e além de aceitar ser o presidente da escola sugeriu que a mesma se chamasse "Prova de Fogo", uma homenagem a um bloco carnavalesco que o Tário desfilava em Fortaleza (CE) antes de vir para Porto Velho.
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Como o Café era o mandachuva, teve sua sugestão aceita e então criou a Escola de Samba "Prova de Fogo", e o Leonidas estava nessa reunião com o Café, então eu e o Cabeleira consideramos o Leônidas como um dos fundadores da escola de samba Os Diplomatas.
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O Nome Diplomatas foi sugerido pelo Augustinho Reis o popular Bizigudo, um paraense que chegou em Porto Velho no final de 1959 e foi convidado para participar da escola.
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Bizigudo, folião dos bons, vindo de Belém do Pará onde também brincava numa escola com o nome de Diplomatas sugeriu aos dirigentes da Prova de Fogo que se adotasse o nome de "Universidade dos Diplomatas do Samba", o que foi aceito.
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Depois por sugestão do Bainha o nome foi reduzido para apenas "Os Diplomatas do Samba", mudaram novamente para Os Diplomatas, nome que perdura até os dias de hoje.
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Desde sua fundação até o ano de 1970 Os Diplomatas ganharam todos os títulos do carnaval de rua de Porto Velho. Na década da setenta a hegemonia foi quebrada pelo Escola de Samba Pobres do Caiari até o ano de 1974.
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Os Diplomatas voltou a ganhar nos anos de 75, 76, 77.
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Os Diplomatas foi a escola que ganhou o primeiro título do carnaval de rua de Rondônia Estado em 1982.
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Com suas cores vermelha e branca a escola é considerada a mais querida de Porto Velho e além dos títulos acima já ganhou os seguintes carnavais: 84, 87, 90 e 97
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Jorge Palito foi seu último presidente eleito, tendo se afastado em abril deste ano para concorrer a uma cadeira na câmara de vereadores e até hoje não reassumiu a escola.
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Cabeleira, Bainha, Caula e Carlinhos Maracanã pretendem assumir a direção da escola e colocarem na avenida no carnaval do próximo ano.
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São 42 anos de muito samba. À família Diplomatas nossos parabéns.
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Acontece hoje em Extrema (Ponta do Abunã) no Estádio de Futebol 13 de Maio o Baile do Chapéu. O maestro Borges estará com sua banda animando o baile. Vamos nessa gente boa de Extrema, California, Alto Alegre do Abunã e toda a região. O Baile começa às 21 horas.
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Amanhã também tem festa com a Banda do Borges em Extrema. Inclusive acontece a escolha da Garota Chapéu. Tudo isso a partir das 12 horas. Amanhã a festa vai até às 22 horas. Mais uma vez conclamamos a população da região da Ponta do Abunã a marcar presença na festa.
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Hoje a Polyana Barros de Araújo (foto) está completando 12 anos de idade. Polyana é filha de Telma e Gildo Gomes Araújo. A festa da Polyana vai rolar na mansão da rua 18 de Janeiro durante todo o dia de hoje. Yago seu irmão querido, deseja muitas felicidades. Parabéns Polyana são os votos da família Diário da Amazônia.
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Amanhã nossa entrevistada é a garota de programa Stefany.
Não percam a entrevista da Stefany amanhã na página
b1 deste jornal.